Olá, turmas!
Nas nossas aulas, temos conversado muito sobre leitura e talvez até graças a 21ª Bienal do livro aqui em SP, estamos totalmente motivados a ler cada vez mais.
Por isso, a partir das nossas aulas de redação e leitura, vcs criaram seus blogs e estabelecemos um novo tipo de comunicação além classe, onde compartilharemos nossas leituras e opiniões sobre elas.
Fico muito feliz por conseguir plantar a sementinha da leitura nos meus alunos, estimular este hábito em vcs é algo que me deixa muito feliz, sinceramente. Espero que este hábito mantenha-se por muito tempo, de forma saudável e prazeirosa.
Agora escolha seu livro e compartilhe sua leitura conosco.
Até mais.
A leitura nas tecnologias de escrita.
Este portador de texto tem como objetivo expressar e adquirir novas idéias na área da educação para relacionarmos nossos caminhos com o futuro.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Ler no mundo das tecnologias.
Ultimamente há tanto para ler que não sabemos por onde começar.
Basta abrir os olhos que pronto, já estamos lendo. Ou melhor, isso não chega a ser necessário porque também lemos dormindo não é?
Pensar que antigamente, nos tempos onde só a tecnologia tipográfica dava conta do recado. Ou até mesmo antes disso, quando ouviamos as histórias contada por pessoas que tinham todo o tempo do mundo para isso e que era essa a sua tarefa, a mesma dos livros e da internet hoje, por exemplo.
Um claro exemplodeste ato, é o filme Narradores de Javé, onde evocamos os contadores dos contos de uma tradição brasileira bastante conhecida, a de "contar causos" para passar o tempo. Essas histórias só precisam de dois recursos tecnológicos para existirem e serem divulgados, a memória e a oralidade, que é muito bem trabalhada pelos narradores de javé. Para isso, ele "apenas" usa toda a sua bagagem de vida, seus conhecimentos prévios e toda a sua desenvoltura letrada.
Este letrar segundo Soares (2002), é o estado ou condição do indivíduo ou grupo sociais de sociedades letradas que exercem efetivamente as práticas sociais de leitura e escrita, participam competentemente de eventos de letramento.
Sendo assim, as ações desenvolvidas por Biá no filme de "florear", inventar fatos para aumentar a circulação de escrita e leitura na cidade é nada mais que eventos de letramento, onde as pessoas mantêm com os outors e com o mundo atos interacionistas determinando sua inserção na sociedade.
Fato esse que ocorre de maneira deferente nos dias atuais, com a expansão da tecnologia nos meios de comunicação a informação está cada vez mais rápida e divulgada propiciando a criação dos hipertextos e reformulando o conceito de letramento como único e fechado, no singular. Temos que pensar e agir sobre letramentos, no plural, propiciado pelas recentes mudanças citadas acima.
O momento atual oferece uma oportunidade extremamente favorável para refinar, tronar mais claro e peciso o conceito de letramento[...], um momento privilegiado para identificar se as práticas de leitura e de escrita digitais, o letramento na cibercultura, conduzem a um estado ou condição diferentes daqueles a que conduziam as práticas de leitura e de escrita quirográficas ou tipográficas (Soares,2002).
A escrita ocupa um espaço diferente na sociedade atual onde ela é usada para transcrever a fala, a notícia, a vida das pessoas através do computador. Digitamos o que falamos e lemos o que falariamos se existisse interação verbal pela oralidade; o "contar causos" de Biá tornou-se algo adaptado para apresentar uma nova convivência intelectual através da rede mundial, através da internet. Histórias, "causos" e tudo o que precisamos saber e ler está diponível em segundos diante do nossos olhos, dos nossos dedos condidionando uma relação entre escritor e leitor, escritor e texto, entre leitor e texto e entre o ser humano e o conhecimento.
Essa mudança nada mais é do que o letramento digital, isto é, estado ou condição que adquirem os que se apropiam da nova tecnologia digital e exercem práticas de leitura e de escrita na tela, diferente dos que exercem essas práticas no papel. Isso ocorre e ocorrerá cada vez mais de maneira atual possível e com cada vez mais pessaos adquirindo essa nova prática.
Concluimos assim, que a tela como espaço de escrita e de leitura traz não apenas novas formas de acesso à informação, mas também novas formas de conhecimento e assim, novas formas de ler e escrever, novo letramento.
Bibliogarfia:
SOARES,Magda. Novas práticas de leitura e escrita: letramento na cibercultura. São Paulo,
Educ. Soc., Campinas, vol. 23, 2002. In. http://www.cedes.unicamp.br
Filme: Narradores de Javé. Brasil,2003. Direção: Eliane Caffé
Basta abrir os olhos que pronto, já estamos lendo. Ou melhor, isso não chega a ser necessário porque também lemos dormindo não é?
Pensar que antigamente, nos tempos onde só a tecnologia tipográfica dava conta do recado. Ou até mesmo antes disso, quando ouviamos as histórias contada por pessoas que tinham todo o tempo do mundo para isso e que era essa a sua tarefa, a mesma dos livros e da internet hoje, por exemplo.
Um claro exemplodeste ato, é o filme Narradores de Javé, onde evocamos os contadores dos contos de uma tradição brasileira bastante conhecida, a de "contar causos" para passar o tempo. Essas histórias só precisam de dois recursos tecnológicos para existirem e serem divulgados, a memória e a oralidade, que é muito bem trabalhada pelos narradores de javé. Para isso, ele "apenas" usa toda a sua bagagem de vida, seus conhecimentos prévios e toda a sua desenvoltura letrada.
Este letrar segundo Soares (2002), é o estado ou condição do indivíduo ou grupo sociais de sociedades letradas que exercem efetivamente as práticas sociais de leitura e escrita, participam competentemente de eventos de letramento.
Sendo assim, as ações desenvolvidas por Biá no filme de "florear", inventar fatos para aumentar a circulação de escrita e leitura na cidade é nada mais que eventos de letramento, onde as pessoas mantêm com os outors e com o mundo atos interacionistas determinando sua inserção na sociedade.
Fato esse que ocorre de maneira deferente nos dias atuais, com a expansão da tecnologia nos meios de comunicação a informação está cada vez mais rápida e divulgada propiciando a criação dos hipertextos e reformulando o conceito de letramento como único e fechado, no singular. Temos que pensar e agir sobre letramentos, no plural, propiciado pelas recentes mudanças citadas acima.
O momento atual oferece uma oportunidade extremamente favorável para refinar, tronar mais claro e peciso o conceito de letramento[...], um momento privilegiado para identificar se as práticas de leitura e de escrita digitais, o letramento na cibercultura, conduzem a um estado ou condição diferentes daqueles a que conduziam as práticas de leitura e de escrita quirográficas ou tipográficas (Soares,2002).
A escrita ocupa um espaço diferente na sociedade atual onde ela é usada para transcrever a fala, a notícia, a vida das pessoas através do computador. Digitamos o que falamos e lemos o que falariamos se existisse interação verbal pela oralidade; o "contar causos" de Biá tornou-se algo adaptado para apresentar uma nova convivência intelectual através da rede mundial, através da internet. Histórias, "causos" e tudo o que precisamos saber e ler está diponível em segundos diante do nossos olhos, dos nossos dedos condidionando uma relação entre escritor e leitor, escritor e texto, entre leitor e texto e entre o ser humano e o conhecimento.
Essa mudança nada mais é do que o letramento digital, isto é, estado ou condição que adquirem os que se apropiam da nova tecnologia digital e exercem práticas de leitura e de escrita na tela, diferente dos que exercem essas práticas no papel. Isso ocorre e ocorrerá cada vez mais de maneira atual possível e com cada vez mais pessaos adquirindo essa nova prática.
Concluimos assim, que a tela como espaço de escrita e de leitura traz não apenas novas formas de acesso à informação, mas também novas formas de conhecimento e assim, novas formas de ler e escrever, novo letramento.
Bibliogarfia:
SOARES,Magda. Novas práticas de leitura e escrita: letramento na cibercultura. São Paulo,
Educ. Soc., Campinas, vol. 23, 2002. In. http://www.cedes.unicamp.br
Filme: Narradores de Javé. Brasil,2003. Direção: Eliane Caffé
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